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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Maria Lopes e Fator X no Mês de Novembro ficou em Primeiríssimo lugar no Concurso Top 30 Brasil. E Vamos que vamos.

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domingo, 1 de novembro de 2015

domingo, 4 de outubro de 2015

"Você tem magnetismo Pessoal?"

"Você tem magnetismo Pessoal?"

"Você tem magnetismo Pessoal?"

Muito interessante este texto, ele aborda o tema e aponta para características do homem com o Poder do magnetismo pessoal e revela as características daquele que não tem.Aprendi, a importância de ficar alerta para que não nos roubem a alegria e o entusiasmo que nos ilumina com o magnetismo pessoal. Estou pesquisando sobre o magnetismo que é o 2 raio do amor-sabedoria...   
                                     
Postado por DharmadhannyaEL
"Os fracos tornam-se mais fracos, e os fortes tornam-se mais fortes.
 
 — Há uma Lei pela qual o Positivo pode atuar sobre o Negativo. É por força dessa lei que aquele que é inconsciente de seu poder magnético e, por isso, é o fraco, entrega algo do seu magnetismo natural aquele que é o forte, porque é consciente do seu poder e assim é dominado.
Reconhecimento de Uma força — A bateria de acumulação — A presença de correntes mentais.
A bateria de acumulação. — Talvez nunca você tivesse pensado que é uma espécie de bateria de acumuladores elétricos; que constantemente recebe e descarrega forças; que continuamente emiti correntes de repulsão e de atração, umas vezes conscientemente, como quando deseja impressionar os seus amigos; outras vezes inconscientemente, como quando causa uma impressão agradável ou desagradável a uma pessoa conhecida apenas de vista.
Desta maneira, está atuando constante e continuamente sobre os outros, e és influenciado pelos outros, quer por sua vontade, quer a despeito dela. Tal é o primeiro fato.
A presença de correntes mentais. — Portanto é evidente há que uma força em ação.
Será a força do Pensamento?
Não, porque ela se manifesta sem pensamento de sua parte. Essa força pode ser, e realmente é, acrescentada ao pensamento.
Será eletricidade?
Eletricidade é apenas o nome de uma força desconhecida.
Que é ela, então?
Chamamos de Magnetismo, porque não sabemos que outro nome havemos dc dar-lhe. Pode muito bem chamar-se corrente mental, assaz semelhante, em diversos pontos, à corrente elétrica.
É uma força que nós podemos aprender a empregar, a conhecer, assim como aprendemos a governar a eletricidade, sem entendermos o que ela é.
A sua origem é um mistério; aceitamo-lo, pois, simplesmente, assim como aceitamos o mistério da própria Vida, e passemos ao emprego dessa Força.
Efeitos da Força magnética.
Característicos do indivíduo magnético. —Todos nós conhecemos o tipo do homem magnético ou da mulher magnética. As mulheres são tão magnéticas quanto os homens; se falo apenas nestes é unicamente em benefício da exposição
Sentimento magnético de sossego. — Quando você está na presença de um homem conscientemente magnético, o primeiro efeito que ele exerce sobre você é o de sossego esse homem não se mostra nervoso; não é inquieto.
Em seguida ao sentimento de relaxamento, você reconhece que ele possui uma força de retenção; não é evidente nas palavras, não é nos gestos, mas existe e parece ser como que uma parte dele.
 Ora, é isto exatamente: é uma parte dele, e poucos minutos antes, por mais extraordinário que pareça, era, em pequenos graus, uma parte de você mesmo!
Um pouco dessa força de atração, que ele desenvolve, e que você reconhece, foi de você para ele, sem que você perceba. Mas não, foi possível  imaginar  isso antes.
Olhar peculiar. — Examinemos esse homem um pouco mais intimamente para ver se é possível apanhar o segredo da fascinação que ele exerce.
Primeiramente observai o seu olhar. Os seus olhos dirigem-se para você, mas não fixa, não fita nos olhos; ele olha diretamente para os dois olhos, para a raiz do seu nariz. É um olhar aplicado e penetrante, sem ser ofensivo.
Você sente que esse olhar não é, não pode ser, impertinente. Observa, se ele não olha dessa maneira, quando está falando; então ele espera como que para receber a sua mensagem, e depois manda a dele. Quando fala, olha para você com aquele modo aplicado e dominador, mas amável. Ele não é homem de asserções pessoais; não é homem de argumentos.
Sempre polido. — Escuta com polidez; é sempre polido, mas você tem a impressão de que, por detrás daquele sossego exterior, existe uma vontade inflexível; você percebe nele o poder.
 É um homem para ser obedecido; numa palavra, a impressão que ele  deixa é a de uma pessoa que sabe perfeitamente aquilo de que precisa e que não tem pressa, porque tem a convicção de o alcançar. Isto é bem verdadeiro e explica o seu sossego, a sua segurança. Saber é poder, e ele sabe que fundamenta a sua situação nas leis de causa e efeito.
Os fracos tornam-se mais fracos, e os fortes tornam-se mais fortes. — Há uma Lei pela qual o Positivo pode atuar s6bre o Negativo. É por força dessa lei que aquele que é inconsciente de seu poder magnético e, por isso, é o fraco, e entrega algo do seu magnetismo natural aque1e que é o forte, porque é consciente do seu poder.
“Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância, mas ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado”.
S. Mateus, XXV — 29
 
 
O homem magnético conserva o conhecimento, sem precipitação. 
Analisemos agora a sua conversação. Ele não lhe dá muitas informações? Muito pouco, e coisa alguma que se possa interpretar como afirmativa de opiniões próprias; o que ele diz, ordinariamente, não tem grande importância, embora pareça que tenha enquanto ele está falando.
Não é vivaz. — Ele não é vivaz. No entanto, age de maneira que você  imaginar que tem em si muita vida e a usaria, se assim o desejasse.
Por isso, ele excita um tanto vossa curiosidade. Mas, aparentemente ele não  impressiona  propositalmente, de modo nenhum. O seu olhar é bem franco e, por isso, não é possível julgar tal coisa; e se conviver longamente com ele, você vai observar que nunca arma ciladas na conversa para vos provocar admiração.
 De fato, o seu plano de pensamento está acima da admiração, ele é superior a isso. Sim, tornou-se superior a isso. Homem nenhum permanece estacionário; há sempre alturas mais além que procuramos alcançar.
Trabalha segundo leis fixas. — Quando este homem alcançou popularidade, influência, riqueza ou êxito, aceitou-os, tomou-os como sendo o seu direito, como uma sequência lógica da Lei de Causa e Efeito, e seguiu avante. Não ficou parado.
 Conseguiu a prosperidade para si, exatamente pela mesma forma como conseguiu a popularidade: liderando e governando.
Você gosta dele. — Mas estamos caminhando muito depressa, além do ponto de nossa lição. Que impressão deixou este homem magnético?
Justamente esta: deseja ver mais alguma coisa a respeito dele, porque sentiu que ele está em acordo simpático com você, por algum modo misterioso que não é  possível definir.
 Está fascinado por ele, e não ficará livre da sua influência mesmo depois de ter se afastado.
Ele emprega a sua força. — E agora e recordando a conversação com ele, há de descobrir, que na ocasião não havia percebido determinado detalhes - o que você falou, o que você compreendia; você que procurou agradar e aceitou sua proposta. Sim, é isto exatamente: você aceitou  ele recebeu.
Se ele, que possui a força do conhecimento consciente, estava no comando e se quisesse  poderia mudar o rumo dos acontecimentos de modo diverso, e assim você na sua ingenuidade, certamente  seria compelido a receber tudo o que ele resolvesse oferecer — impulso, determinação, opinião.
Se ele quisesse, poderia ter te influenciado, como o vento produz as ondas na lagoa. Por quê? É a Lei. Ele conhece a Lei de alguma maneira, inconsciente ou não, e você não a conhece. Mas ele não desejou isso naquela ocasião; quis apenas produzir boa impressão...; mas ele conhecia o seu poder, e tomando de você um pouco de magnetismo, foi-se embora, como a abelha segue o seu caminho, após haver tirado o mel da flor.
Característicos do indivíduo não-magnético —É um rabugento — Ele deprime — Razão disso — É propenso a errar.
— Conhece algum homem não-magnético? Eis uma boa ocasião para descrevê-lo em contraste com a personalidade forte da qual até agora falamos. Ele irrita; se você esta aborrecido, ele aumenta a sua irritação; se você tem uma disposição mórbida, ele torna mais profunda a sua tristeza, se está contente, ele atua como um trovão.
Ele é um peso e você é solicitado a erguer. Ele pede a sua simpatia; diz que é um incompreendido; queixa-se do destino, queixa-se do tempo, queixa-se de alguma pessoa, é uma eterna vítima invejosa  do destino.
É um rabugento. — Está sempre descontente; é falador; diz os segredos; tem necessidade de partilhar os seus desgostos com você; é uma criatura impulsiva, sem tranquilidade, sem bom senso, sem ponderação, sem condições de atrair.
Oh! lisonjeia-o e deixa-o ir. Livrai dele. Você muito facilmente, é possível conquistar pelo seu amor próprio; fartá-lo e assim, ele vai satisfeito —  coloca logo essa idéia em prática e afugenta-o do seu espírito.
Ele deprime. — você fica satisfeito quando ele vai embora. Ele retirou algo de você de alguma maneira, porque você não sabe como se livrar da sua influência. Se o soubesse, não só teria poupado uma perda de magnetismo.
Razão disso. — Qual é, pois, a razão dessa falta de atração? Ë simples como o A.B.C. Ele é um dependente. Um negativo; ele não tem senão lamentos e mais lamentos!
 Porventura poderia imaginar o homem magnético, de que há pouco  falei, como um homem cheio de lamentações? Poderia imaginar assim? Não, seria um absurdo, O vosso homem magnético é um poder, porque subjugou as circunstâncias, porque manteve uma atitude de espírito que governa as circunstâncias, que domina as coisas que o rodeiam.
É propenso a errar. — Olhai, agora, o outro lado do retrato. Aqui temos o  homem não-magnético que é um insucesso, por sua confissão própria, ainda que ele talvez não o saiba; fraco, queixoso, provocando o insucesso pela atitude do seu espírito; dissipador do pensamento, gastador de energia; um tal caráter está pela Lei destinado a falir. Aqui estão os dois tipos. Estuda-os bem e cuidadosamente, O primeiro é o seu modelo; o segundo, a vossa advertência.
Pode-se repetir aos seus ouvidos, como uma regra áurea que deve ser acatada. Procure que não seja ouvido os seus lamentos. Evite procurar a simpatia ou a lisonja. Reconhece a força em cada desejo, e fazei que essa f6rça seja sua.
4. Começa a instrução específica
— Natureza das correntes mentais — Extrair poder do desejo — Plenitude da força em tudo — Método de operar — O segredo consiste no seu isolamento — A reserva não significa imbecilidade — Prova do vigor no desejo-fôrça — Mistério — Uso efetivo do mistério pelos grandes homens — Empregai a força captada de outro homem — Precaução — Procurai evitar a lisonja.
— Como foi que o vosso modelo se tornou magnético? Que fez ele consigo mesmo, e como se reproduziu esse efeito?
São bem naturais estas perguntas. Posso responder tão simplesmente quanto posso. Mas façamos recair o exemplo e aplicar a instrução diretamente em você como um indivíduo, para que ele possa causar uma impressão mais profunda.
Natureza das correntes mentais. — “O desejo, em qualquer pessoa, é uma corrente mental sobrecarregada de poder” — justamente essa espécie de poder que o homem magnético tem sobre seus companheiros.
Quando digo “corrente mental”, falo literalmente. Não se trata apenas de um modo de falar. Todos os desejos atuam de maneira análoga à das correntes elétricas e são governados por leis análogas, se não as mesmas da atração e repulsão.
Extrair poder do desejo. — Quando você tiver entendido que é possível  extrair poder e magnetismo de qualquer desejo, você terá, por assim dizer, descoberto uma mina de ouro no vosso jardim.
 Porque o desejo está sempre à mão e a sua origem manifesta-se de muitos modos. Quando você proporciona saída ao desejo, você “gasta” a Força e assim enfraquece o seu poder de atração. Descarrega o magnetismo que poderia ser armazenado com o fim de atrair as coisas boas da vida.
Plenitude da força em tudo. — Quando você aprender a considerar o desejo, não como uma pedra de escândalo, mas como um degrau, o vosso êxito na vida estará assegurado.
A força do desejo é manifestada por muitas qualidades de correntes mentais, como dar vazão  a cólera, a inveja, a tristeza, revolta, egoísmo, a distração, a incúria ou a vaidade. Esta última é de todas, talvez, a que mais enfraquece.
 Ela toma formas tão insidiosas que, muitas vezes, um homem não percebe que está agindo para satisfazer a própria vaidade e por ela está sendo escravizado.
Método de operar. — Ora, pois, o plano de procedimento é este: — ao sentir uma corrente de desejo, você deve procurar retê-la, e assim você está recusando a satisfazê-la. Por esse esforço consciente da sua vontade, você fica protegido de uma descarga de força, que enfraquece.
A força acumulada atrai sempre; a força sem direção gasta-se, perde-se e neutraliza-se.
Ao mesmo tempo criais uma condição de atração, que permanecerá tanto tempo quanto durar esse desejo. A satisfação do desejo pode neutralizar a força inerente a ele.
Tomemos primeiramente uma forma de corrente de vaidade, muito vulgar, mas que enfraquece muitíssimo — o desejo de surpreender.
O segredo consiste no vosso isolamento. — Primeiramente, você deve compreender o valor do segredo. Quanto você conseguir uma informação qualquer, por mais trivial que seja, e que é importante e agradável comunicar a um conhecido, você deve permanecer calado, porque desta maneira você está fazendo a primeira tentativa para praticar a evolução de magnetismo resultante do desejo reprimido.
Este segredo que assim deve ser guardado é uma unidade do magnetismo mental, armazenada na bateria do seu cérebro, e esse segredo guardado gera uma f6rça que lhe obtém mais força de fora, exatamente como o seu dinheiro num banco vence juros.
 Quanto mais segredos armazenar no seu espírito, mais reserva ou isolamento está exercendo; e, assim, maior será o seu predomínio sobre os seus impulsos, maior será a quantidade de fôrça-reserva não dissipada, não gasta, que estará pronta a entrar ao seu serviço em importantes empresas.
A reserva não significa imbecilidade. — Mas nem por um momento deve imaginar que esse hábito de reprimir o impulso irá produzir uma condição de imbecilidade em que o desejo pode ser obliterado.
 O efeito é inverso; os desejos tornam-se de vigor e força decuplicados, como um rio atravessado por uma comporta aumenta a sua pressão sobre as margens — e, então, quando você estiver pronto a usar do poder, ele realizará alguma coisa.
 Tornou-se na verdade, uma Força.
Prova do vigor no desejo-força. — Talvez você  nunca tivesse analisado a força de um desejo. Pensa um minuto. O desejo de levar uma certa notícia a um amigo pode te forçar a tomar um veículo e ir a toda a pressa à procura dele. Por que?
 Deve, pois, haver em operação uma força vigorosa que te impele para essa atividade. Pois bem, o caso é que carece dessa força para si mesmo. Guarda-a. Carece dela e assim, é possível atrair para si mesmo a satisfação do êxito que solicita.
Mistério. — O ponto a considerar em seguida é que o mundo respeita aqueles que não entende, O rio profundo é silencioso.
 Quem penetrará as profundezas do pensamento do homem magnético? Ele é um mistério;  você não pode medi-lo, porque ele não o consente. É insondável. Pois também você deve ser um mistério: procure não ser vulgar nem ficar em evidência por qualquer modo.
Seja natural, evite mobilizar a atenção da platéia de modo artificial, isso é fatal ao verdadeiro poder. Não é a excentricidade do gênio que nos atrai. Nós respeitamos o gênio, não obstante a excentricidade.
Tenha muito cuidado,  em não confundir o interesse da curiosidade vã, que gosta de se divertir, com o verdadeiro respeito, que nós sentimos por aquilo que excede a nossa compreensão.
 Por conseguinte, deixa as pessoas conhecidas no desconhecimento a respeito das suas qualidades e opiniões, tanto quanto for possível.
Excita-lhes o interesse deste modo, por exemplo: — O seu amigo vem te trazer uma notícia importante. Em outros tempos, manifestaria a maior surpresa. É necessário de modificar isso. Recebe a notícia atenciosamente, mas com calma, quase sem comentários. O efeito sobre o seu amigo será o espanto de que uma coisa que a ele impressionou tanto, e  te cause tão pequena impressão.
 Deve mostrar-lhe, no entanto, que não há falta de interesse pelo assunto; mas ele, pelo modo que recebeu a notícia, ficará entendendo que você é muito menos suscetível de se deixar abalar o seu  equilíbrio mental do que ele.
Talvez não o tenha até então observado. E que resulta daí? Resulta que ele irá reconhecer a sua ponderação de caráter que ainda não  tinha atribuído, e isso o torna curioso. Oh! Assim, começa a obter o respeito dele; tornou-se um mistério para ele.
Uso efetivo do mistério pelos grandes homens. — Os grandes condutores de homens na História, em contingências difíceis e em perigo de perder os seus auxiliares, muitas vezes mantiveram unidos os seus subordinados e obtiveram uma ação de conjunto e um apoio leal, pelo encanto do mistério pessoal.
 Sem dúvida, muitos conhecem a história de Charles Stuart Parnell, o líder irlandês na Câmara dos Comuns, na Inglaterra, o “rei sem coroa”, como o chamavam em segredo.
Ocorre-me o seu exemplo como o mais expressivo do que seja a força penetrante do magnetismo pessoal, mais ainda do que Napoleão, Wellington ou Gladstone. Na América, James G. Blaine foi quem mais se aproximou dele, em poder pessoal sobre os corações e as inteligências daqueles que o seguiam.
 Para os seus mais íntimos, Parnell foi sempre um mistério. O próprio Gladstone, seu contendor tantas vezes, confessava o encanto dele, a sua força, o modo simples como assumia o comando.
 Parnell falava pouco, sempre no momento exato. A sua voz nunca era áspera, nem elevada. Se jamais algum homem governou pela influência do segredo e do silêncio, foi esse homem, sustentando na mão as rédeas com que guiava a facção mais rebelde e descontente que se tem reunido num parlamento.
 Não vamos considerar neste livro os motivos e as circunstâncias de sua queda. O fato é que ele subiu por uma inteligente confiança em si mesmo, pelo exercício da influência repressiva, pela força do Magnetismo Potencial.
Emprega a força captada de outro homem. — O terceiro ponto, é que é necessário recordar o silêncio não significa insociabilidade, de modo algum; é apenas o hábito de se conter; o hábito do pensamento firme. Puxai pela palavra do outro homem.
 Lembra  que, enquanto você for um mistério para as pessoas de suas relações, você é um poder. E se, porventura,  você satisfaz a curiosidade dele (voltando outra vez à comparação com a descarga elétrica), você permiti, então, uma troca de corrente, uma satisfação que significa, em termos de eletricidade, uma neutralização.
 Um e outro deram e receberam, e a condição de atração cessou no momento. Mas se conserva sempre o mistério, você será a atração. — você é o magnetismo, ele o aço.
— Precaução - É preciso nesta ponto acautelar o aluno demasiado entusiasta ou leviano. Não esqueça que especialmente no principio, deve empregar grande descrição, prudência e tato em todas as suas experiências.
Seria quase fatal para o seu êxito, se se viesse a descobrir o fim por que mudou o seu modo de proceder. Não é necessario que ele perceba que você deseja obter e guardar a informação que satisfaria curiosidade ativa ou latente do seu interlocutor. Nunca deve procurar abertamente despertar a curiosidade. Julgo desnecessário dizer a qualquer estudante que nunca deve falar a respeito de seus estudos, propósitos e desejos neste assunto, porque, deste modo, colocaria em guarda quem o ouvisse.
 Se falasse a este respeito, violaria a primeira regra do estudo do Magnetismo Pessoal — a de conservar a informação pessoal e não satisfazer a vaidade.
Procura evitar a lisonja. — O homem atrativo e magnético nunca fala de si. O resultado é que falam mais dele, admiram--no e aprovam-no mais do que se ele dedicasse toda a sua habilidade em arranjar artifícios de conversação, destinados a lisonjear a sua vaidade.
O estudante que dissesse: “Isto não se aplica a mim. Eu nunca procuro a lisonja”, seria o único em mil. Toda gente procura o elogio dos outros, em maior ou menor grau. Os que procuram a lisonja com mais afinco são os que menos a alcançam, porque não retêm nem conservam a força que atrai essa forma de corrente mental".
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